Publicado em: **Segunda-Feira, 09/02/2026**
O Guadalarrara F.C. fecha seu ciclo de contratações com uma reformulação profunda e agressiva. Não se trata de ajustes pontuais, mas de uma mudança de "espinha dorsal" para entregar ao novo comando técnico um elenco com volumetria e variações. A seguir, a análise setorial dos 20 nomes que chegam para vestir a camisa alvinegra. 👇
A Segurança Defensiva: Para a meta, o clube buscou experiência e abre uma disputa real pela titularidade com as chegadas de Luan (29) e Richard (35). No miolo de zaga, a aposta é clara na imposição física e na bola aérea para sustentar o sistema defensivo. Chegam para o setor: Jéferson Bahia (34), Thalisson Kelven (28) e Vitão (25).
Válvulas de Escape e o "Motor" do Time: Nas laterais, a busca foi por atletas com capacidade de atuar em diferentes faixas do campo, como o catari Homam Ahmed e o versátil Lucas Silva. Para a "volância", o clube mescla a rodagem internacional de Manuel De Iriondo e a combatividade do colombiano Matheo Castaño com a juventude de Rayan Lucas. Um meio-campo desenhado para competir.
O Setor de Criação (Parte 1): É aqui que reside a maior aposta técnica da diretoria. A chegada do argentino Gonzalo "Pity" Martínez (33) traz status de estrela internacional ao elenco. Para dividir a responsabilidade criativa e oferecer opções de velocidade pelos lados, chegam nomes conhecidos do cenário nacional como Luquinhas, Allan Sousa e o jovem Wallace Yan.
O Setor de Criação (Parte 2) e o Ataque: Fechando a vasta lista de meias ofensivos, o clube aposta na multiculturalidade de Armando Shashoua, na promessa da base Luighi e no argentino Tomás Cadena. Para o comando de ataque, três referências de área com características distintas: a força no pivô de Matheus Peixoto e Cléber, e a mobilidade do promissor chileno Damián Pizarro.
Veredito: O Guadalarrara entrega a Ramón Díaz um elenco numeroso, mesclando "cascudos" e apostas de revenda. Há, pelo menos, duas opções para cada posição. O mercado foi feito. O desafio agora deixa de ser da diretoria e passa a ser da comissão técnica: dar liga e entrosamento a um grupo praticamente novo em tempo recorde. A cobrança será proporcional ao investimento.
O curioso é a ausência de jogadores para a lateral direita, o que me parece uma falha de planejamento ou um plano que ninguéma inda entendeu.