CRISE NO CABULOSO: Técnico "Grosso" insiste no erro, deixa craques no banco e amarga mais uma derrota vexatória

Publicado em: **Segunda-Feira, 18/05/2026**

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Da Redação
18 de maio de 2026

A paciência do torcedor esgotou. Em mais uma atuação desastrosa e sem criatividade, o time amargou outra derrota dolorosa no campeonato. Mas o que realmente tem revoltado a torcida e a imprensa especializada não é apenas o placar adverso, e sim a teimosia inexplicável — para não dizer incompetência — do comandante técnico.

Apelidado carinhosamente (ou não) de "grosso" pelas arquibancadas devido ao seu estilo de jogo engessado, previsível e sem nenhum repertório tático, o treinador conseguiu a proeza de perder mais três pontos enquanto assistia ao jogo de braços cruzados. O pior de tudo? Ele tinha a solução dos problemas bem ao seu lado, esquentando o banco de reservas.

O Mistério do Banco de Reservas: Onde estão os craques?
É inadmissível que um time que precise de gols e de criatividade mantenha seus principais talentos fora de combate. O comandante preferiu morrer abraçado com seu esquema tático ultrapassado a colocar em campo quem realmente sabe jogar:

Ansah: O atacante, que tem o drible e a velocidade necessários para quebrar defesas retrancadas, passou os 90 minutos recebendo instruções de aquecimento para nada.

Mabena: O maestro do meio-campo, responsável pela armação e pela criatividade que tanto faltaram ao time hoje, assistiu ao jogo como se fosse um mero espectador pago.

Thomas Amang: O homem-gol, a força física que o ataque tanto pedia para incomodar os zagueiros adversários, foi completamente ignorado.

"Ver Ansah, Mabena e Amang fora do time titular já é um erro. Não usá-los nem quando o time estava atrás no placar é um crime contra o futebol", protestou um torcedor na saída do estádio.

Coletiva de Imprensa: Desculpas esfarrapadas
Na entrevista coletiva após o vexame, o técnico manteve a arrogância de sempre. Questionado sobre a ausência dos três craques, preferiu desconversar, alegando "opção tática" e "critérios de intensidade nos treinos".

A verdade é que a "intensidade" que falta ao time é justamente a qualidade técnica que ele insiste em barrar. Com o futebol apresentado hoje, a permanência do treinador no cargo se torna insustentável. Se ele não sabe usar as melhores peças que tem à disposição, talvez o melhor seja dar espaço para quem saiba tirar proveito do talento de Ansah, Mabena e Amang.

A diretoria deve se reunir nas próximas horas, e o clima é de que a demissão é o único caminho para salvar a temporada.