Publicado em: **Segunda-Feira, 20/07/2026**
Em noite para esquecer, Anzol tropeça, comete pênalti crucial e vê reação morrer no final
Não foi a noite do Anzol.
Diante da sua torcida, o Anzol 1FC começou até melhor, mas desmoronou no segundo tempo e foi derrotado por 3 a 1 pelo Atlético Coral.
O resultado expõe o filme do jogo: muito esforço, pouca efetividade.
O Anzol finalizou 13 vezes contra 11 do Coral, teve 6 escanteios contra 3, mas teve apenas 29% de posse de bola e um xG de 0,70 contra 2,64 do adversário.
Quando teve a bola, não soube o que fazer. Quando não teve, sofreu.
O JOGO
O técnico mandou a campo um Anzol no 4-2-3-1 com Itodo como referência, Prosper e Dro pelas pontas e Felipe Chiqueti como cérebro.
Nos primeiros dois minutos, o time até assustou: 1 finalização, 45% de posse.
Parecia que ia.
Mas aos 26', o balde de água fria. Hugo Cabral encontrou Sergio Araujo, que abriu o placar para o Coral: 0-1.
O Anzol voltou pior do intervalo.
E aí veio o lance que definiu o pesadelo.
Em disputa na lateral, Esquerdinha chegou atrasado dentro da área e cometeu o pênalti.
Amarelo para o lateral, que vinha fazendo partida segura até então.
Na cobrança, Keno ampliou aos 58': 0-2.
Foi o golpe que o time sentiu.
A luz no fim do túnel veio com os meninos do banco.
Aos 73', Felipinho, que tinha acabado de entrar no lugar de Prosper Obah, recebeu de Felipe Chiqueti e diminuiu: 1-2.
O melhor em campo do Anzol, Chiqueti foi o único com nota 7,0, tentando organizar no meio do caos.
O Anzol se lançou, se abriu, e foi punido.
Aos 77', em contra-ataque, Igor Milioransa, que acabara de entrar, serviu Tiago Real para fechar a conta: 1-3.
Placar final aos 95:57.
O PESADELO EM NOTAS
Foi uma noite para esquecer para o sistema defensivo.
Esquerdinha (6,5) além do pênalti, saiu lesionado/amarelado.
Cauan Barros (6,6) também amarelado.
Juan Millán (6,4), Prosper Obah (6,3) e Peter Itodo (6,5) saíram ainda no primeiro tempo com atuação apagada.
No gol, Gavin Bazunu (6,1) pouco pôde fazer nos três gols.
Os destaques positivos vieram do banco: Felipinho (6,9) entrou e fez o gol de honra, e Peyton Miller (6,6) e Lucas Felippe (6,7) deram mais energia que os titulares.
Do outro lado, o Coral passeou com Hugo Cabral (8,1), Tiago Real (7,8) e Igor Milioransa (7,8), que saíram ovacionados.
O Anzol agora precisa juntar os cacos.
O time mostrou coração ao buscar o gol com Felipinho, mas a falta de controle no meio-campo e o erro fatal de Esquerdinha custaram caro.
Fim de jogo, e fim do ULTIMO jogo do campeonato nacional.